Publicado por: PJ Diocese de Piracicaba | fevereiro 3, 2010

Como planejar as atividades do seu Grupo de Jovens

 Para realizar um bom planejamento, algumas coisas são necessárias.

 “Todo o planejamento deve partir da realidade dos jovens e dos ambientes dos quais vivem (ver); deve iluminar esta realidade com as luzes da fé e com a mensagem do evangelho (julgar); para decidir, logo, as atividades que se desenvolverão para muda-la (agir)”.

 Convido você, jovem coordenador e coordenadora, a trilhar este caminho de evangelização que se chama planejamento. Não convido como se fosse mais um caminho, dentre muito possíveis. Há algo especial aqui.

Em todos os anos de trabalho que desenvolvi junto aos jovens, pude ver pessoas que não seguiam um planejamento e também jovens que escolheram seguir por um caminho mais pensado e refletido, aquele que chamamos de planejamento. Nos grupos que não havia planejamento, também não se tinha rumo definido. Se “atirava para todo o lado”, conforme a vontade do coordenador. O grupo (posso dizer com certeza) não crescia, e isso em dois sentidos: eram as mesmas pessoas, e também as mesmas cabeças, mesmo já tendo passado um ou mais anos. Podemos comparar com um curso ginasial em que você não sai da quinta série.

Já, por outro lado, também vi grupos que planejavam, isto é, grupos que se valiam de estratégias para agir, que pensavam qual o melhor caminho para se chegar ao objetivo. Além de serem jovens novos, os que saíam do grupo, ficavam em alguma pastoral ou mesmo ajudando no serviço de coordenação de seu próprio grupo ou de outros. Todos tinham seu lugar. O grupo nunca ficou chato, porque se valoriza a iniciativa de todos.

Volte um pouco no texto observe novamente a definição que coloquei no início para planejamento…. São três idéias,  não é mesmo? A realidade dos jovens(1), as luzes da fé(2) e a prática(3). Seguiremos por este mesmo caminho para realizarmos um planejamento. Por primeiro olharemos a realidade dos jovens de sua comunidade; em seguida, a mensagem do evangelho, o que os grupos devem vive; e,  por fim, o agir realizando o planejamento através de um roteiro na prática. Se estiver tudo entendido, vamos lá. Dedique-se de coração, porque o que pode parecer perda de tempo vai lhe proporcionar muito mais tempo depois. Confie.

 1) A REALIDADE DOS JOVENS: TRIBOS E FASE DE CRESCIMENTO.

 Você conhece os jovens de sua comunidade? Ou conhece apenas os que estão no seu grupo de jovens? Você sabe o que pensam, gostam, ouvem de música, o lugar que se divertem, quais são seus medos e sonhos? Hoje se fala muito em tribos urbanas. Existem, por exemplo, os surfitas, baladeiros, patricinhas, entre outros milhares. Qual são as tribos que estão na sua comunidade? O coordenador precisa, mais do que ninguém, saber quais as tribos de sua comunidade, porque de outra forma é difícil atrair jovens. O coordenador não pode esquecer que o planejamento é para os jovens e com os jovens. A festa é deles, e por isso é indispensável termos que conhecê-los.

Uma coisa me escandalizou muito tempo atrás. Alguns coordenadores não deixavam os jovens serem eles mesmos, proibindo certas coisas que faziam parte de suas tribos, como músicas e outros hábitos. O grupo de jovens tem que ser o espaço em que os jovens se sintam acolhidos, e o coordenador devem ser o primeiro a fazer isso. Ver o que os jovens gostam ,assumir e valorizar sua linguagem, mostrando também seus limites e desvalores. Os jovens que não se sentem acolhidos irão procurar outros grupos, que nem sempre são os mais saudáveis.

Os jovens de hoje querem que os grupos de jovens sejam lugares animados e que falem sua língua. O planejamento tem que partir da realidade desse jovem concreto, e que só você conhece seu nome, onde mora, com quem vive e o que faz. Além das características do jovem, o coordenador deve estar atento ao nível de crescimento de seu grupo e o nível dos jovens. A pastoral da juventude fala de nucleação, iniciação e militância.

Os grupos podem estar se formando, ou seja, estar na nucleação; ou podem ter um tempo de caminhada, estando na iniciação; ou estar com uma boa caminhada, já sendo responsável e ativo na comunidade ou sociedade, na chamada militância. A maioria dos grupos está na iniciação, como podemos ver. O que ocorre de importante é saber trabalhar com estratégias para cada uma das fases. O sonho de todo o coordenador deve ser dar ao jovem a oportunidade de crescer dentro do grupo para, ao final de tudo, sair do grupo para formar outros grupos, sendo luz do mundo (Mt 5, 14).

Terminamos nossa primeira parte de um bom planejamento: conhecer o nosso jovem, o destinatário da evangelização. “Sem conhecer o chão, a terra em que iremos plantar como jogar a semente?”

Mas que semente é essa?

Vamos ao segundo ponto.

2) O TRIPÉ (SEMENTE): VAMOS TOMAR UMA SOPA?

Eu gosto de realizar experiências. Uma delas dias atrás me chamou muita a atenção para uma realidade da juventude. Tudo ocorreu em Campinas, num trabalho que a assessoria da PjEstigamatina, chamado de Oficina de Capacitação de lideranças. Durante dois dias, os jovens que desejavam aprender a liderar grupos de jovens, estiveram exercitando e aprimorando suas capacidades de lideranças por meio de oficinas, das quais eu também era responsável. A mim coube trabalhar a partir do seguinte tema: “Dinamizando um grupo de jovens”. É aqui que quero mostrar minha “experiência”.

Comecei com uma parte teórica, para em seguida realizar a Oficina. Logo de cara, distribui papéis azuis e brancos, e pedi que os jovens que receberam os papéis azuis escrevessem três coisas indispensáveis para uma boa sopa. É isso, mesmo… sopa dessas de comer (será que existe outra coisa com nome de sopa???) que tomamos em casa.

O outro grupo que recebeu os papéis brancos deveria (agora vocês verão que tem a ver com grupos, ufa!!) escrever os três elementos indispensáveis, mas com respeito ao grupo de jovens. As perguntas eram, então: o que não pode faltar numa sopa? E O que não pode faltar num bom grupo de jovens? Eu disse para todos que o que é indispensável, dever ser mesmo indispensável. Assim, por exemplo, é indispensável que um carro tenha motor ou que um jogo de futebol aconteça num campo e com uma bola. E qual foi o resultado dessa pesquisa?

Comecei com os ingredientes da sopa. Poucas foram as respostas que não combinaram. Água e sal estiveram presentes em todas as respostas. O que variou foi a mistura, conforme o gosto de cada um: legumes, arroz, macarrão… Parabenizei a todos. “Que bom que vocês sabiam disso, e olha que não temos nenhum cozinheiro entre nós…”. E quanto aos ingredientes do grupo de jovens? Não havia dúvidas que os jovens que tem mais experiência nesse assunto, acertariam mais nas respostas, não é mesmo? Mas adivinhem….. Não que estivem errados, mas as respostas não combinaram tanto como as respostas da sopa. Conclusão: nos sabemos os ingredientes da sopa, mas do grupo de jovens, não.

Depois dessa motivação, pude trabalhar com eles os três ingredientes do grupo de jovens: Ação, Formação e Espiritualidade. Mas já que ninguém conhecia muitos bem esses ingredientes, essa semente, então passei a mostrar do que cada um é feito.  Vamos seguir por este caminho?

“Ação formação e espiritualidade são como três fios de uma mesma trança. Cada grupo de jovens deve cuidar desses três aspectos para cumprir a sua missão de formar jovens integralmente. Um grupo que só se preocupa em agir, sem se importar com a formação dos seus membros e a sua espiritualidade é uma mero grupo ativista e logo perde sua característica de grupo cristão. Por outro lado, um grupo que só se preocupa com a formação e a espiritualidade dos seus membros também deixa uma grande lacuna na sua missão cristã”

AÇÃO: Ação significa em poucas palavras o grupo sair de seu lugar habitual de reuniões para ir ao encontro de outras pessoas. A ação, desse modo, é profundamente missionária. As ações representam o serviço que o grupo pode prestar à comunidade e à sociedade, que pode dar-se de muitas maneiras. A mais habitual é na liturgia, com leituras e encenações teatrais, ou mesmo com a catequese e outros grupos. Ou ainda festas, como a da(o) Padroeira(o) da comunidade, momentos de diversão, gincanas, viagens, excursões e visitas a outros grupos de jovens…. Agora, há também atividades que podem ser estendidas para fora da Igreja. É onde a dimensão missionária é mais forte. Ajuda a asilos, campanhas de solidariedade com uma família, visitas a doentes, organização de campeonatos com a secretaria de cultura da cidade, cursos de alfabetização, e tantas outras atividades. Dentre todas as atividades de ação, as mais famosas são certamente, a Missão Jovem Estigmatina, O Festival Bertoniano, a semana da cidadania e o DNJ (Dia nacional da Juventude).

Em todos os momentos, a Ação do grupo precisa ser bem pensada e avaliada para que ninguém sinta que está perdendo tempo. É tomar nos braços muitos jovens que estão caídos à beira do caminho (Lc 10, 33). O que seu grupo está fazendo em termos de Ação? “A fé sem obras é morta” (Tg 5, 17).

Passemos agora para o outro ingrediente: a formação.

FORMAÇÃO:  A Formação na pastoral da Juventude é chamada de Formação Integral. O que é formação integral? Formação Integral, quer dizer uma formação que tem a ver com o todo da pessoa, por isso é formação integral (=todo). Esse “todo” do jovem, integral, tem cinco dimensões: a relação com o eu, com o outro, com Deus, com a sociedade e com o fazer. A maioria dos grupos não sai da primeira dimensão, e fica só falando de relações de família, conhecimento de si mesmo, problemas pessoais, que são importantes, mas há outras dimensões, lembra?! É preciso ter um rodízio para que se realize uma formação que contemple a vida do jovem como um todo.

Olhando para a formação de seu grupo, o que predominou ultimamente? Existe muito material que ajuda nessa formação integral.

Mas a formação não pode apenas ficar parada em livros. A formação no grupo, que deve ser dinâmica, bem preparada tem que falar de coisas atuais, do dia-a-dia dos jovens, da cidade, do bairro, da comunidade e do mundo. O coordenador que não der atenção a esse “prato quente do dia”  dificilmente chamará a atenção e, o que é conseqüência, não terá êxito não sua formação de grupo de jovens. É preciso estar atualizado para dar respostas que tenham importância.

Essa formação pode utilizar-se de músicas (não só de Igreja), de filmes, poemas, parábolas, teatros, entrevistas, palestras; cartazes, recortes de revistas e jornais entre tantas outras possibilidades.

Para ser integral, a formação tem que contemplar as cinco dimensões: eu, outro, Deus, sociedade, e o fazer. Cada grupo, conforme sua fase de crescimento irá investir de um jeito diferente em uma ou mais dessas dimensões. E fará isso de modo que chame a atenção, atualizado e dinâmico. Eis a fórmula para uma boa formação integral.

Vamos para o último ingrediente: a espiritualidade.

ESPIRITUALIDADE: ”Um grupo sem espiritualidade é como uma jangada sem vento”. O que entendemos por espiritualidade? Muitos grupos de jovens vivem hoje uma tendência de só se valorizar a espiritualidade, a oração, deixando de lado a Ação e Formação. Você concordaria comigo se dissesse que isso não é saudável? Isso, mesmo, só rezar não faz bem. Pode alienar. Nós devemos também agir, pois “a fé sem obras é morta” (Tg 5, 17). A espiritualidade tem a ver com andar nos caminhos do Senhor. Jesus durante toda a sua vida buscou na oração sua intimidade com Deus para seguir sua missão, por isso que sempre antes de um acontecimento importante de sua vida Jesus procurava na oração o melhor discernimento….

A espiritualidade cristã é muito rica. Temos devoções, terços, confissão, sacramentos, liturgias, adorações, retiros espirituais, novenas, espiritualidades de santo, como São Gaspar Bertoni, vigílias, entres outras. Os dois mil anos de intimidade com Jesus deixaram belíssimos testemunhos da relação com o Deus da vida (Jo 10, 10). Mas onde se encontra a fonte de todas essas maravilhosas experiências? A Igreja coloca na Palavra de Deus e na Liturgia.

Que conhecimento seu grupo tem da Bíblia? Vocês já ouviram falar de Leitura Orante da Bíblia? É um jeito de ler a Bíblia para dela tirar a água vida que sacia nossa sede (Jo 4, 10).  A Bíblia, assim como um amigo, tem que ser respeitada e não pode ser manipulada. Quem não conhece o lugar de onde veio a Bíblia, sua comunidade, sua língua, contexto social, político, econômico e religioso pode errar ao ler a palavra de Deus. Mas Deus não tem uma palavra para mim? Com certeza Ele tem, mas da mesma forma que com o amigo, só quem conhece sua vida pode entender suas palavras e ações.

O grupo pode realizar essa leitura de modo que envolva os jovens a fim de que tenham uma espiritualidade baseada no que o povo de Israel, Jesus e os primeiro apóstolos disseram e fizeram. É tomar a água na fonte,  por isso ela nos sacia de verdade e dá sentido a tudo o que fizermos, como Missa, orações, etc…

Outra fonte muito rica é a Liturgia, em especial a da Missa. Nosso alimento de toda a semana. É o lugar que nos colocamos na comunidade do Senhor para pedir, agradecer, louvar e aprendermos a ser irmão construtores do Reino de Deus.

No grupo de jovens é o lugar para se entender as partes da liturgia que, muitas vezes, repetimos mecanicamente. O coordenador por meio da liturgia envolve os jovens a experimentarem a intimidade com Deus. Portanto, toda a oração que acontece no grupo, tem que propiciar o silêncio, a escuta, a reflexão. Não é raro termos por aí grupos que rezam um Pai-Nosso e Ave Maria, ou grupos que não preparam o ambiente com símbolos, com a realidade do jovem para rezar. Ainda grupos que rezam rindo, caçoando, sem nenhuma concentração. Não tem dimensão mística. É preciso rever.

Concluindo….

Por fim, pudemos percorrer o caminho da sopa. Os três ingredientes da sopa no grupo são Ação, Formação e Espiritualidade. Sem colocarmos esses ingredientes, faremos uma sopa sem água, e portanto, não teremos sopa.   Sem Ação não tem um grupo de jovens, mas um bando de “a toa’. Depois de mostrar o que cada ingrediente tinha, fica a seu critério identificar como está o seu grupo: que ingredientes faltam, e começar a pensar numa programação para seu grupo que tenham os três ingredientes distribuídos durante o mês e o ano, sempre combinando com a fase do seu grupo. Um grupo que inicia deve ações e formações diferentes de um grupo que já tem uma caminhada, para não cansar.

“Todo o grupo de jovens vive o desafio de manter equilibrados esses três fios que formam a trança da sua própria vida. Nenhum grupo cristão pode abrir mão da ação,formação e espiritualidade. Ao contrário, sempre deve se esforçar para manter o equilíbrio entre essas três dimensões da vida grupal”

 3) PARA FAZER UMA PROGRAMAÇÃO DE GRUPOS DE JOVENS

Já vimos a importância de se conhecer os jovens, as tribos, do que gostam para agirmos por meio desse chão (ver). Depois olhamos para a semente, ação, formação e espiritualidade (Julgar). Neste momento iremos realizar a nossa programação (agir). Eu destaco alguns pontos para servirem de modelo. Bom proveito.

Antes de montarmos uma programação, siga estas propostas;

a) Olhando para seu grupo. Quem são? Do que gostam? Suas limitações e valores.  Em que fase se encontra (nucleação, iniciação ou mitância).      Que temas mais gostam. Toda a programação dos encontros nasce da compreensão da vida desses jovens. Eles estão tendo ação, formação e espiritualidade?

b) Montando uma programação. Depois de vistas as necessidades, temos que dar as soluções. Propomos que, durante o mês, se varie com encontros de formação, ação e espiritualidade. Assim, no mês teríamos um encontro de ação, outro de formação e outro de espiritualidade.  Quando expliquei cada um desses três ingredientes, dei muitas dicas para trabalhar nos grupos, mas que você precisa saber escolher os mais representativos para seu grupo.

Com um calendário da Paróquia e da PJ de sua Região/Diocese nas mãos, você encaixa as atividades, vendo os feriados e festas para não perder tempo e correr o risco de haver choque de datas:

- Necessidades do grupo;

- Ação, formação e espiritualidade;

Sugestões para sua programação:

  • palestras com seminaristas, Padre; .
  • visitas a outros grupos de jovens, especialmente de sua região;
  • teatros de evangelhos nas festas da comunidade, dia da mães, crianças, viagens, retiros, avaliação.
  • dias de integração, piqueniques,aniversários,
  • participação nas tardes da juventude
  • alguma missa ou responsabilidade na comunidade

c) Últimas dicas

Deixe seu planejamento bastante sortido. Ninguém gosta de coisas repetidas. Por isso, não deixe nada para a ultima hora. Marque com as pessoas antecipadamente, avise as atividades para que todos se interessem por elas. Quem faz os jovens gostarem do grupo é você, coordenador. Monte esse planejamento em conjunto com o representante da sua região.

 

d)Exemplo de programação.

COMUNIDADE: Japuí

REPRESENTANTE DE REGIÃO: Ricardo Silva Jurnior

COORDENADORA: Maria Eduarda Olivieira

Dia Tema Atividade Responsável Local e hora

Maio

01 Ação Teatro: um grupo de jovens feliz Roberto Silva Fátima, ás 14;30
07-08 Formação A vida de São Gaspar Bertoni seminarista Sala 2, às 17:30
14-15 Espiritualidade      
21-22 Ação Visita ao grupo do Japuí Coordenador e mais quatro jovens Japuí, às 14:30
26-29 Espiritualidade Participar da liturgia de Corphus Chisthis   Igreja

Junho

04-05 Formação Vídeo: “Olga”. Um outro mundo é possível? Coordenador e alguns para ajudar  
11-12 Espiritualidade Retiro espiritual: Nossas cegueiras…  Representante da Região: Ricardo Sítio do João
18-19 Ação Dia de lazer: festa junina Jovens do grupo Comunidade
25-26 Formação Avaliação coordenador Horário normal
         

Uma boa programação consegue reunir forças para um trabalho mais eficiente. É cansativo, não é mesmo? E ainda é o primeiro passo. Colocar no papel é a primeira atividade a fazer. É como se você desenhasse um caminho. Mas lembre, é  só ainda um desenho.

Muita dedicação é necessária. Mas vale a pena. Sabendo que temos um encontro com o tema sobre oração, por exemplo, já posso procurar materiais, conversar com  algumas pessoas, comprar o necessário, reservar o ambiente. A PJestigmatina quer lhe ajudar neste trabalho de evangelização. Ajudar a entender seus jovens, encontrar as melhores estratégias, a mostrar e ajudar nos ingredientes do grupo. Contamos com você.

Depois de realizar a distribuição dos temas (lembre que todo o mês sempre deve ter os três momentos, isto é, ação, formação e espiritualidade), se prepare para cada encontro. Torne seu grupo um lugar em que os jovens encontrem respostas para suas vidas. Um grande abraço.

(fonte: Irmão Cezar Pazuch, Assessor da PJestigmatina – www.pjestigmatina.com)

 Bibliografia:

  • CNBB, Marco Referencial da Pastoral da Juventude, p. 203.
  • Ibidem, p. 202.
  • CNBB, Marco  referencial da Pastoral da Juventude, p. 153-158.
  • O que falta no seu grupo de jovens: ação, formação e espiritualidade.coleção: Como Fazer PJB. São Paulo: Loyola, 2000.
  • Se quiser aprofundar o tema, consulte o livro do Rogério de Oliveira “Pastoral da Juventude: e a Igreja se fez jovem”. Paulinas, 2001.
  • A Pastoral da Juventude em Praia Grande distribuiu um livro chamado “Recriando experiências”,  de capa verde, que tem as dinâmicas de acordo com as cinco dimensões da Formação Integral.
  • Diretrizes da Ação Evangelizadora (2003-2006), p. 20-26.
  • O que falta no seu grupo de jovens: ação, formação e espiritualidade.coleção: Como Fazer PJB. São Paulo: Loyola, 2000.
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Responses

  1. Sou da Paróquia Sagrado Coração de Jesus de Saltinho – SP, Eu, minha esposa e alguns amigos estamos querendo iniciar um grupo de jovens em nossa comunidade. Esta sendo difícil arrebanhar jovens, mas vamos tentar, e qualquer subsídios referente a coordenação etrabalhos com estes jovens vai nos ajudar.
    Grato.

    • Olá Ercides, tudo bem?
      Que bom receber sua mensagem. Há tempos vimos tentanto contatos com a cidade de Saltinho, pois também faz parte de nossa Diocese. Pode contar como nossa ajudar pra o que precisar.

      Muito bom saber seu interesse em começar um grupo de jovens ai na sua paróquia. Pode ter certeza que a comunidade irá ganhar muito com isso, e a juventude tb. Sobre materiais, nosso próprio site, tem varias dicas e sugestoes de como começar um grupo de jovens, mas também tem outras fontes boas pra você procurar. O mais importante é vcs montarem uma equipe motivada e pronta pra enfrentar os muitos desafios que esta missão de Evangelizar a Juventude traz.

      Pra facilitar, vamos lhe p assar alguns links por aqui:
      - http://www.ccj.org.br (Centro de Capacitação da Juventude, com uma ótima biblioteca para jovens)
      - http://pjpira.wordpress.com/tag/dicas/ (um conjunto de dicas que estão no nosso site)
      - http://pjpira.wordpress.com/sobrepj/ (prospecto geral sobre a Pastoral da Juventude, importantissimo vcs lerem para ficarem cientes em que chão irão pisar)
      - http://pjpira.wordpress.com/grupo-de-jovens/ (prospeto geral sobre um Grupo de Jovens da PJ)

      Espero que estas dicas te ajudem nos primeiros passos de vcs!

      Paz, bem e utopia!

  2. A Paz!!
    Sou evangélica e coordeno há pouco tempo um grupo de jovens numa comunidade. Temos os mesmos princípios, portanto irá me servir muito os três pilares ação, formação e espiritualidade para planejar as atividades. Tenho uma dúvida devo chamá-los para montarmos juntos este programa ou a partir de um diagnóstico feito com eles posso montar sozinha as atividades?? Que Deus os abençoe! Fique na Paz!

    • Olá, a proposta é que o planejamento surja apartir da realidade dos jovens, por isso ninguem melhor do que os próprios jovens pra estruturar este planejamento.
      Xeru Cinthia Queiroz
      PJ – Pernambuco.

  3. Sou coordenadora de um grupo de jovens a pouco tempo preciso de ideias para atrais a permanencia deles no grupo eles querem novidades me ajudem.

  4. Paroquia Santo Antonio Irajuba

  5. Olá,muito bacana o conteúdo so site.
    Parabens.


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